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Escrito por Reuters
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Sex, 23 de Julho de 2010 03:45 |
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A alta expressiva das bolsas de valores e a renovação da confiança de investidores globais provocaram a queda de mais de 1% do dólar ante o real nesta quinta-feira. A moeda americana caiu 1,12%, para R$ 1,761. É a menor cotação de fechamento desde 13 de julho.
No mês, o dólar agora tem queda de 2,38%.
Dados corporativos e econômicos melhores que o esperado na Europa e nos Estados Unidos e uma revisão positiva da previsão de crescimento da produção da indústria chinesa impulsionaram o mercado global desde o começo do dia.
Enquanto as operações de câmbio se encerravam no Brasil, o dólar caía 0,97% ante uma cesta com as principais moedas, como o euro, que se valorizava em cerca de 1%.
As bolsas em Nova York e em São Paulo subiam mais de 2%, e o índice Reuters-Jefferies de commodities tinha alta também de 2%.
"Os dados da Europa hoje foram alentadores", resumiu Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da corretora Treviso, em referência a índices sobre atividade na zona do euro e varejo na Grã-Bretanha. "E nos balanços (corporativos) nos EUA, não tem ninguém com prejuízo."
Ele citou também o efeito que a alta do juro básico no Brasil, embora menor que o previsto pela maioria dos economistas, tem de atrair capitais para o País. Outros analistas, porém, já identificam um possível limite para a queda do dólar.
"Por ora, o piso de 1,75 (real) parece ser um obstáculo para o real", disse Win Thin, estrategista da Brown Brothers Harriman, ponderando que "o ambiente fortemente favorável ao risco está alimentando uma alta geral das moedas emergentes".
A equipe de análise do RBC Capital Markets também lembrou que "o posicionamento a favor da valorização do real está um pouco saturado, o que deixa a moeda exposta a um ajuste caso a aversão a risco aumente outra vez, os preços das commodities caiam ou haja algum ruído da campanha eleitoral".
De acordo com dados da BM&FBovespa, os estrangeiros tinham US$ 7 bilhões em posições vendidas na moeda americana nos mercados futuro e de cupom cambial.
No mercado à vista, os bancos tinham no fim de junho mais de US$ 9 bilhões em posições vendidas. O BC deve atualizar esses dados na segunda-feira. |
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Escrito por JPTL
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Qui, 15 de Julho de 2010 23:59 |
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O dólar fechou em alta frente ao real nesta quinta-feira (15/07), em uma sessão de forte volume, seguindo a volatilidade do mercado global após dados decepcionantes sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos e da China. A moeda americana fechou em alta de 0,45%, a R$ 1,772. No mês, o dólar tem queda de 1,77% e, no ano, alta de 1,66%.
O contínuo aumento das posições vendidas em moeda estrangeira no mercado brasileiro contribuiu para aumentar a instabilidade, com investidores de sobreaviso para a necessidade de cobertura de bilhões de dólares em vendas já efetuadas. Dados parciais da clearing (câmara de compensação) da BM&FBovespa indicavam um volume de quase US$ 5 bilhões no mercado à vista a poucos minutos do fechamento.
Enquanto o mercado local fechava, as bolsas de valores americanas caíam cerca de 0,8% e outros indicadores de aversão a risco, como o índice VIX de volatilidade, oscilavam com vigor. O mau humor do mercado era em repercussão ao crescimento menor que o esperado da China no segundo trimestre, de 10,3%, e a sinais de uma recuperação fraca nos Estados Unidos, com o terceiro mês seguido de deflação no atacado.
Dados da BM&FBovespa indicaram que, na quarta-feira, os investidores não-residentes aumentaram as posições vendidas em dólares para cerca de US$ 6 bilhões, no maior montante nesse sentido desde julho de 2008, antes do agravamento da crise global e quando a taxa de câmbio estava abaixo de R$ 1,60. Além disso, os bancos continuam a sustentar cerca de US$ 9 bilhões em posições vendidas no mercado à vista.
Com o volume expressivo de posições vendidas no mercado à vista e no mercado futuro, as taxas de juros locais de curto prazo em dólares continuam a subir na BM&FBovespa, atingindo 2,25% no vencimento mais curto. Para analistas do JPMorgan, esse pode ser um sinal para o Banco Central voltar a vender contratos de swap reverso.
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Escrito por Reuters
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Ter, 13 de Julho de 2010 23:01 |
A confiança do mercado internacional com os lucros das empresas americanas no último trimestre patrocinou a queda do dólar nesta terça-feira, colocando a moeda no menor nível em mais de dois meses frente ao real. A divisa terminou o dia a R$ 1,753, em baixa de 0,68%. É a menor cotação de fechamento desde 3 de maio. No mês, o dólar tem queda de 2,83%. No ano, a alta da moeda diminuiu para 0,57%.
Enquanto o mercado de câmbio encerrava as operações, as bolsas de valores americanas subiam cerca de 1% e o euro estava na máxima em dois meses, acima de US$ 1,27.
O otimismo era um reflexo do lucro da Alcoa no segundo trimestre. A produtora de alumínio inaugurou a temporada de balanços nos EUA com um resultado acima do previsto e projeções sólidas para a demanda global pelo metal.
O empurrão dado pelo mercado internacional era o que faltava para que o dólar rompesse a marca de R$ 1,76, perto do qual vinha sendo cotado nas últimas cinco sessões. A taxa, porém, não teve fôlego para ceder abaixo de R$ 1,75.
"Nesse patamar, o mercado aposta um pouco na compra", disse José Carlos Amado, operador da corretora Renascença.
Dados do Banco Central sobre o fim de junho mostravam os bancos com mais de US$ 9 bilhões em vendas líquidas no mercado à vista, posição que pode ser coberta a um custo menor pelas instituições quando o dólar se desvaloriza.
Para Amado, a atuação do Banco Central no mercado à vista também ajudou a sustentar a cotação do dólar nesta sessão. O BC comprou moeda mais cedo do que nos últimos dias e deixou os investidores em compasso de espera pela possibilidade de outra operação à tarde. O BC não faz dois leilões no mesmo dia justamente desde 3 de maio.
Dados da clearing (câmara de compensação) da BM&FBovespa apontavam volume mais firme nesta sessão ante os últimos dias, com US$ 2,6 bilhões em operações registradas até poucos minutos antes do fechamento. |
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Escrito por UOL
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Sex, 09 de Julho de 2010 21:56 |
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A cotação do dólar comercial fechou em queda de 0,11% nesta sexta-feira, a R$ 1,761. É o menor patamar de fechamento para a taxa de câmbio desde 4 de maio, quando a moeda foi cotada no mesmo valor. Na semana, o dólar acumulou perda de 0,96%.
No mês, acumula queda de 2,38%. No ano, porém, ainda tem ganho de 1,03%.
Em função do feriado no Estado de São Paulo, que lembra o início da Revolução Constitucionalista de 1932, não houve pregão na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).
Sem as operações da Bovespa e com muitas instituições financeiras fechadas por conta do feriado da Revolução Constitucionalista em São Paulo, o volume foi muito reduzido, com intervalo de vários minutos entre os poucos negócios.
Por causa do movimento atípico, o Banco Central não comprou dólares por meio de leilão no mercado à vista. A instituição vinha atuando diariamente, mesmo com a saída líquida de mais de mais de US$ 4 bilhões do país no mês passado. |
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Escrito por Reuters
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Sáb, 03 de Julho de 2010 10:50 |
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O dólar fechou em queda pelo terceiro dia seguido nesta sexta-feira. A moeda americana terminou o dia cotada a R$ 1,778, desvalorização de 1% ante o real. Com a nova queda, a divisa recuperou a alta da terça-feira, a maior em três semanas.
Ante uma cesta com as principais divisas, a moeda americana caía 0,3% no fim da tarde. A queda foi mais intensa no Brasil em meio à crescente expectativa de entrada de recursos no País, que desde o mês passado tem levado bancos venderem moeda estrangeira mesmo em um ambiente ainda de saída de capitais.
"Ontem você teve o (banco) Cruzeiro do Sul anunciando que vai captar. E o mercado tem outros no radar", disse Luciano Rostagno, estrategista da CM Capital Markets, citando quatro possíveis operações no curto prazo: CSN, Magnesita, Votorantim e Banco Mercantil do Brasil.
O banco Cruzeiro do Sul emitiu na quinta-feira bônus de três anos, com volume de US$ 200 milhões. A operação sinaliza um ambiente mais favorável a captações no exterior, após semanas de preocupação com a crise da dívida na Europa.
Para a próxima semana, no entanto, o feriado de segunda-feira nos Estados Unidos e o de sexta-feira em São Paulo devem diminuir a liquidez do mercado. Nos EUA, os únicos indicadores de peso são o índice do setor de serviços, na quarta-feira e os números semanais de auxílio-desemprego, na quinta-feira.
"A semana que vem deve ser bastante fraca para o mercado local", acrescentou Rostagno. No exterior, operadores avaliam que o euro pode continuar a subir, alcançando até US$ 1,27, com a menor preocupação sobre a crise da dívida e com as olhos voltados mais para os Estados Unidos após dados decepcionantes sobre o mercado de trabalho. |
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Escrito por G1
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Sex, 02 de Julho de 2010 22:32 |
Moeda norte-americana terminou o dia vendida a R$ 1,778. Na semana, o dólar acumulou baixa de 0,11%.
A perspectiva de captação de dólares por empresas brasileiras provocou a queda de 1% da moeda norte-americana nesta sexta-feira, em uma sessão interrompida pelo jogo do Brasil na Copa do Mundo. A moeda terminou o dia a R$ 1,778, em queda de 1%. Na semana, o dólar acumulou baixa de 0,11%.
A queda foi mais intensa no Brasil em meio à crescente expectativa de entrada de recursos no país, que desde o mês passado tem levado bancos venderem moeda estrangeira mesmo em um ambiente ainda de saída de capitais.
"Ontem (quinta) você teve o (banco) Cruzeiro do Sul anunciando que vai captar. E o mercado tem outros no radar", disse Luciano Rostagno, estrategista da CM Capital Markets, citando quatro possíveis operações no curto prazo: CSN, Magnesita, Votorantim e Banco Mercantil do Brasil.
Segundo o IFR, serviço de informações da Thomson Reuters, o banco Cruzeiro do Sul emitiu na quinta-feira bônus de três anos, com volume de US$ 200 milhões. A operação sinaliza um ambiente mais favorável a captações no exterior, após semanas de preocupação com a crise da dívida na Europa.
Para a próxima semana, no entanto, o feriado de segunda-feira nos Estados Unidos e o de sexta-feira em São Paulo devem diminuir a liquidez do mercado. Nos EUA, os únicos indicadores de peso são o índice do setor de serviços, na quarta-feira e os números semanais de auxílio-desemprego, na quinta-feira.
"A semana que vem deve ser bastante fraca para o mercado local", acrescentou Rostagno.
No exterior, operadores avaliam que o euro pode continuar a subir, alcançando até US$ 1,27, com a menor preocupação sobre a crise da dívida e com as olhos voltados mais para os Estados Unidos após dados decepcionantes sobre o mercado de trabalho.
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Escrito por Midiamx
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Qui, 10 de Junho de 2010 21:02 |
O dólar caiu mais de 2% frente ao real nesta quinta-feira (10), com o mercado aproveitando o ambiente externo favorável a investimentos considerados de risco para reverter a alta acumulada no mês.
A moeda dos Estados Unidos terminou o dia a R$ 1,810, em queda de 2,05%. É a maior baixa diária do dólar desde 27 de maio.
A perspectiva de aumento dos ingressos de recursos no país por causa do juro mais alto no país e da capitalização de Petrobras e Banco do Brasil deu impulso extra à valorização do real, que se fortaleceu mais ante o dólar do que a maior parte das principais moedas.
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